eu só queria te segurar sem
seus pés tocarem o chão
janeiro 14, 2012
janeiro 13, 2012
Não sei do que são feitas as chuvas do fim do dia. Sei que o fenômeno existe, pontual como um mito; como se um Deus esquecido o controlasse ou não restasse dúvidas ao acaso. Devo acreditar que a chuva não é apenas água e nuvens e vento e pontualidade? Um fenômeno natural precisa ser verdade, como símbolo. A chuva, se estendendo todos os dias em todas as direções a partir de um centro negro que macula a luz – não o calor –, precisa ser um discurso. Precisa ter uma história.
janeiro 10, 2012
janeiro 09, 2012
janeiro 07, 2012
setembro 12, 2011
in Just-spring
just as in summer
you dance / just
as in summer you
dance / just as in
summer: / & I can
only try
you dance / just
as in summer you
dance / just as in
summer: / & I can
only try
julho 19, 2011
junho 28, 2011
junho 16, 2011
junho 01, 2011
maio 24, 2011
do riso fez-se o pranto
silencioso
e branco como a bruma
das bocas unidas fez-se a espuma
e das mãos espalmadas
fez-se o espanto
da calma
fez-se o vento
que dos olhos desfez a última chama
da paixão fez-se o pressentimento
e do momento
imóvel
fez-se o drama
fez-se de triste
o que se fez amante de sozinho
o que se fez contente
fez-se do amigo próximo, distante
da vida
uma
aventura
errante
silencioso
e branco como a bruma
das bocas unidas fez-se a espuma
e das mãos espalmadas
fez-se o espanto
da calma
fez-se o vento
que dos olhos desfez a última chama
da paixão fez-se o pressentimento
e do momento
imóvel
fez-se o drama
fez-se de triste
o que se fez amante de sozinho
o que se fez contente
fez-se do amigo próximo, distante
da vida
uma
aventura
errante
maio 13, 2011
, mas
ah eu nem ligo se o que eu teria
feito se o que eu queria fazer
era essa ou outra coisa tudo
até você de maiô na praia e eu
batendo fotos com meu celular
me parece uma boa opção
feito se o que eu queria fazer
era essa ou outra coisa tudo
até você de maiô na praia e eu
batendo fotos com meu celular
me parece uma boa opção
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